Formação de vigilantes

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Marcelo Aguiar sugere mudanças na formação de vigilantes

Aumentar a carga horária nos cursos de formação de vigias e o nível de escolaridade dos profissionais, e exigir testes de porte de armas para exercer a profissão foram medidas apresentadas pelo deputado federal Marcelo Aguiar (PSD/SP), em 04 de outubro, para profissionalizar o setor e evitar abusos como os cometidos nas últimas semanas. Os recentes casos de crimes cometidos por vigilantes de agências bancárias levaram o parlamentar a apresentar um projeto de Lei e uma indicação na tentativa de diminuir os incidentes com esses profissionais.

Na Indicação nº 1762/2011, o deputado sugere que o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, adote providências para melhorar o treinamento dado pelas empresas de vigilância especializada. A justificativa do pedido cita o assassinato de um empresário em Cuiabá, morto por um vigia quando saía de uma agência e a morte de um cliente em uma agência do Bradesco, em São Paulo, também cometido por um vigilante terceirizado.

Na indicação, Marcelo Aguiar revela que o curso de formação de vigilante tem apenas 160 horas/aula de duração, incluindo defesa pessoal e armamento e tiro, e já sai do curso com porte de arma. Enquanto um soldado da Polícia Militar só recebe uma arma depois de concluir curso superior com carga horária total de mais de 2.200 horas. A exigência é para melhorar a formação do vigilante.

O deputado apresentou, também, o Projeto de Lei nº 2456/2011, que altera a Lei 7.012/83, que disciplina a escolaridade mínima para exercer a profissão de vigilante, passando a exigir o Ensino Fundamental. “Acredito que o aumento do grau de escolaridade mínimo para o exercício da profissão irá contribuir para a diminuição de incidentes como temos visto recentemente”, explicou.

Informações e contatos para entrevistas: 61 3213-3321 ale.flach@gmail.com